29 May, 2007

A Pony tail ;-)



Sabem o que é um Pony tail? :-))) É isto!!! É um rabo-de-cavalo, é um Tótó, à americana!
Hoje é feriado aqui (finalmente um feriado!), é o Memorial Day (28 de Maio).
E não podia ter sido mais memorável para mim.... mais de 15 anos depois, o meu cabelo voltou a ter o comprimento suficiente para fazer um... tótó!
Mas um tótó como deve ser!
Sabem lá como é que eu estou! :-))))))))) Sinto-me uma autêntica criança , só faltam as saias rodadas (é amanhã, porque a previsão é de 29ºC!! at last....) e as camisas com mangas de balão, como a minha mãe me costumava vestir quando andava na primária e usava o cabelo comprido, que dava para fazer tótós!

Será que devo deixar crescer o cabelo mais um pouco e conseguir fazer dois tótós? Devo ficar linda com dois.. heheheheheh!
Já estou a ouvir a Dona Lucy: "Ai filha! que colosso, que colosso!"

Mas estou a gostar desta sensação, deste feeling, desta criança dentro de mim, acabadinha de ser libertada! Eu já andava de olho, só me faltavam os elásticos. Ontem, precisei de ir comprar uns legumes ao supermercado... e mais qq coisita (vcs sabem como são as mulheres num supermercado, há sempre qq coisa que falta lá em casa!), e claro, como nesta terra se vende quase tudo nos supermercados, lá estavam as imensas variedades de elásticos. Comprei uns e mal cheguei a casa fui experimentar.
Pulinhos, gritinhos, sorrisos de orelha-a-orelha, vcs sabem lá! Uma delícia! :-))))
É bom de vez em quando vivenciarmos sensações que há muito esquecemos. E isto vale para todas as sensações boas!
E para todas aquelas minha amigas que têm o cabelo comprido:
digam lá se não é bom, depois de um banho tomado, tirarmos a toalha do cabelo, deixarmos o nosso cabelo cair sobre os ombros nus, massajando-os suavemente, ou inclinar a cabeça para trás e deixar que o cabelo, ainda húmido, faça festas de arrepiar nas nossas costas, naquele espaço onde as mãos não chegam?
É bom, não é? ;-))

Eu até estou a gostar muito de ter o cabelo assim..... ainda não decidi o que vou fazer quando voltar a casa de férias, mas tenho exactamente 2 meses para pensar sobre isto. Tenho fotos (vejam mais em baixo)... o meu entusiasmo ainda é bastante grande.. quase a transformar-se num ritual... heheheheh.... algumas delas tiradas pela Condessa que me ensinou que um tótó é um pony tail!

Um bjinho grande para todos!***
Força aí nas canetas como diz a minha amiga V.!
;-) (este picar-de-olhos é para ti!)





PS1 - estou sempre a falar da Condessa, do 5º elemento... os meus "house mates"!Claro que vão ter direito a "post", vcs nem imaginam as cenas CARICATAS que acontecem cá em casa. Mas 1º tenho que arranjar uma foto de familia... e depois escrevo!

PS2 - O cabelo brilhante, sedoso... não é Pantene nem aquele que supostamente faz as mulheres suspirarem no duche.. :-)))) é mesmo Yves Rocher! ;-)

PS3 - quem é que conseguiu sobreviver ao longo testamento da passagem da "Ilha Blake"?? contem, contem!

20 May, 2007

A Pitanga!

Antes de escrever sobre a Pitanga, vou só contar-vos o que me aconteceu hoje e que está relacionado com a imagem que coloquei neste artigo. :-)
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Esta bolinha de pêlo “caiu” aos meus pés hoje. Depois de um dia de trabalho a lidar com scripts diabólicos, quando saio do gabinete aquilo que mais gosto de fazer é caminhar um pouco pelos jardins da UW, ver os pássaros, os esquilos a saltitar de um lado para o outro quando de repente olho para o chão e ao longe vejo o que me parecia uma pedra. À medida que me fui aproximando percebi que a pedra tinha penas e um minúsculo bico. Era um pássaro bebe! Deve ter caído do ninho, com certeza, e estava ali imóvel. Fiquei logo em pânico sem saber o que fazer. Olhei em volta para ver se alguém parava mas todos olhavam e seguiam caminho. “Estou feita! Nao posso deixar o animal aqui!" pensei eu. Mas eis que surge um rapariga por trás de mim e me pergunta o que é que se passava, viu-me assim inclinada e pensou que eu não estava bem. Ficou totalmente surpresa qd eu lhe mostrei o baby bird ao meus pés! Ela disse logo que havia um veterinário ao pé da casa dela e que o podia levar lá. Ela agarrou nele, eu tirei um dos meus tupperwares de almoço, aquele onde levo a salada e que estava limpo, e metemos o passaro la’ dentro. Ele não gostou lá muito da caixinha e voou (imaginem as nossas expressões de espanto quando vimos a bolinha de pêlo a voar!) em direcção ao chão. Coloquei a minha mão à frente dele e ele saltou para a minha mão e com o bico cumprimentou-me várias vezes. Foi dos momentos mais ternurentos que tive com um pássaro e mais longos também. Coloquei-o na caixa, e a rapariga levou-o. Nunca mais os vi, mas espero que ambos estejam bem.

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O Professor Ed tem um cão, ou melhor uma cadela, que é um amor de criatura!
E perguntam vcs: quem é o Professor Ed e por que é que a cadela é importante?

A ideia de escrever um artigo sobre a cadela, vamos lhe chamar Pitanga - sempre achei que este nome é um bom nome para se dar a um animal de estimação, como uma cadela, por exemplo - dado que não sei o nome verdadeiro dela, já muitas vezes tinha passado na minha cabeça.

Os episódios que a Pitanga nos proporcionou desde que as aulas do Professor Ed começaram foram bastantes e muito sui generis. Por isso resolvi partilhar os mais memoráveis com vcs! E para vos dizer que eles aqui tratam os animais de estimação (pets) como membros da família, muito diferente do modo como são tratados no nosso país, no nosso Portugal e salvo aqui as excepções, porque as há e ainda bem!!

No 2º andar do meu edificio, onde estao os gabinetes do Departamento de Ciências da Terra, um dos professores traz sempre o cão para a UW e o cão tem o seu nome na porta do gabinete também! E esta hein?Chama-se Scooter e assim que conseguir tiro uma foto dele ao pé da porta do seu gabinete. ;-)
Eu adoro cães, gosto muito, mesmo muito (infelizmente não posso tê-los... ainda!) e talvez repare melhor na Pitanga do que qualquer outro aluno que lá está.
Muitas vezes ao observá-la e ver as acções dela numa aula onde se discutem assuntos científicos, dou comigo a observar também as reacções dos outros alunos presentes e são as mais diversas e diferenciadas possíveis, vcs nem imaginam!

Conhecemos a Pitanga e o Professor Ed no início do Spring "quarter", i.e. o 3º trimestre, o da Primavera. Os alunos lá no departamento são livres de se inscreverem nas cadeiras que querem, conforme o leque oferecido pelo departamento nesse trimestre. Naquele "quarter" havia uma oferta que me chamou logo à atenção: Discussão do 4º relatório do IPCC, i.e. the IPCC 4th Assessment Report. O IPCC é o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas. Este relatório tem vários capítulos e o Professor Ed, envolvido nestas questões, resolveu puxar os alunos para uma discussão mais científica, fomentar o pensamento, a opinião, a capacidade de avaliação dos diferentes assuntos investigados (e são muitos acreditem!), ou seja, formar os estudantes nesta área. Tivemos diferentes convidados responsáveis por apresentar os diferentes capítulos, conforme o assunto que iria a ser discutido. E, presentes, não estão só os alunos de "Atmospheric Sciences", estão também alunos do "Department of Earth Sciences" e da "Oceanography School", que também é um departamento da UW, e outros Professores marcaram presença.
Mas a presença mais marcante é mesmo a da Pitanga ;-) principalmente nos dias que antecedem a discussão dos capítulos, por que são dias em que o Professor Ed ou um convidado apresenta os pontos mais importantes do capítulo que irá ser discutido.
Lembro-me do 1º dia como se fosse hj :-) quando entrei na sala de aula do 3º andar e vejo um cão lá dentro! "Mas o que é isto??", pensei de imediato, "Um cão numa aula?? Estes tipos não estão bons da cabeça!!" concluí.:-))
Arranjei um lugar e sentei-me com as minhas folhas de rascunho e o lápis em cima, pronto para tirar notas. Não demorou muito até que a Pitanga chegasse ao pé de mim, e eu lhe afagasse a cabeça ao mesmo tempo que a cumprimentava sussurrando: “Hello young lady! How are you today?
” e ela abanasse a cauda com tanta forca que começou a bater na cadeira do meu vizinho da frente produzindo um som oco do género toc-toc-toc. O rapaz olhou para ela, depois para mim e sorriu.
A Pitanga é uma cadela Labrador preta. Grande e corpulenta, típico dos cães desta raca. Tem 3 coleiras de metal, e duas das coleiras têm uma medalhinha, uma com o número de registo e a outra, em forma de osso, ainda não consegui ver o que tem escrito atrás.

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Os americanos, pelo menos aqui na nesta zona (nao posso falar do país todo, por que é bastante grande e não conheço!), arranjam muitos os cães. Várias coleiras, com chapas pequenas de várias cores, lencinhos ao pescoço com os mais variados motivos: riscas, cornucópias, etc, e os cães mais pequenos tem ganchos na cabeça e por aí adiante! ;-)

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A Pitanga já não é nova, i.e tem alguns anos a avaliar pelos bigodes brancos que apresenta no focinho. Naquela aula ela cheirou-nos a todos (há que fazer o reconhecimento do pessoal!) e demorou mais naqueles que traziam comida - esta aula é em plena hora de almoço: das 12:30 às 13h50, e é normal as pessoas levarem o almoço para as aulas ou reuniões e comerem na sala. Ninguém diz nada e todos respeitam, afinal é hora de almoço!
Às vezes penso que a Pitanga deve andar de dieta, rigorosa! dado o frenesim que em ela fica quando vê/ouve/cheira alguém a comer! Nem vos passa pela cabeça!:-)

Uma das situacoes mais memoráveis da Pitanga foi quando, numa das aulas de apresentacao de um capítulo, eu levei pedacitos de um bolo de chocolate que tinha feito no dia anterior, para mordiscar na aula. A 1ª ronda que ela fez, cheirou algo, mas nao se demorou muito ao pé de mim, haviam outros estudantes que também levaram comida e ela foi direitinha a eles. Passado algum tempo, certifiquei-me que ela estava deitada ao pé do dono e tiro da mala 2 quadradinhos do bolo de chocolate. Nao fiz muito barulho, mas o suficiente para ela se levantar, atravessar entre cadeiras as 3 filas que nos separavam e vir direitinha a mim. Apanhou-me mesmo com a boca na botija, como se costuma dizer! Os cães têm um faro extraordinário. Sentou-se nas patas traseiras, mesmo à minha frente, com as orelhas um pouco puxadas para cima – os Labradores nao levantam as orelhas como os cães da raça Pastor Alemão - e aquele olhar de quem diz: “Não te esqueças de mim!”

Eu, na minha ruindade natural (eheheheh), fingi que não percebi o apelo dela e continuei a mastigar o resto do bolo que tinha na boca e eis que ela tenta uma abordagem mais próxima e como eu estava sentada de perna cruzada, a esquerda sobre a direita, ela coloca o focinho dela sob a minha perna direita, levanta os olhos para mim fazendo de novo o mesmo apelo. Nesta altura eu já tinha terminado os meus pedacos do bolo, limpei as maos, afaguei-lhe de novo a cabeça e acenei um não com a minha. Ela percebeu logo, ainda me deu um olhar triste e voltou para o pé do dono.

Vcs nem imaginam as inúmeras tentativas para obter comida que ela fez ao pessoal. Numa das aulas de discussão, ela ficou uns 40 minutos, sentada nas patas traseiras (mexia-se e vez em quando mas sem tirar os olhos da comida), de frente para um estudante, o tempo todo que ele esteve a comer. Que atitude intimidatória! :-))

Outra das situacoes muito engraçadas que todos presenciamos passou-se com o ponteiro a laser, aqueles que só se vê a bolinha vermelha no quadro. Naquele dia foi o Professor Ed a apresentar o capítulo para discussão e assim que ele pega no ponteiro para nos guiar no texto e na apresentação, vimos surgir a cabeça e o focinho da Pitanga por entre as cadeiras. E aí foi ela, direitinha ao dono, sempre com o focinho levantado a olhar para o ponteiro e ali ficou durante uns minutos em que o Professor Ed falava e gesticulava ao mesmo tempo e o ponteiro de um lado para o outro ao sabor dos gestos da mão. Nunca ladrou, mas simulou saltos para tentar chegar ao ponteiro, provavelmente pensaria que o dono iria brincar com ela ou algo do género.

Até que o ponteiro finalmente é ligado e se vê a luzinha vermelha no quadro branco. E aí é que foi!! A Pitanga deu meia volta e foi para o quadro e a melhor forma de ilustrar o que se passou nos minutos seguintes é imaginar um jogo de ténis onde as cabeças da assistência viram para o lado e para o outro seguindo a bola. Assim se portou a Pitanga: o Professor Ed ia apontando linha a linha e ela, corpulenta, de um lado para o outro, atrás da mesa central, onde só lhe conseguíamos ver a cabeça e o focinho. E ao mesmo tempo que andava de um lado para o outro produzia uns sons esquisitos, parecidos com um rosnar simpático, mas sem nunca ladrar. E ponto máximo, foi quando ela começou ao saltos, sempre de um lado para o outro, a tentar agarrar a pontinha vermelha! ehehehehehheehhe

O pessoal desatou-se todo a rir, e o Professor Ed muito divertido com a situação, começou a desenhar círculos com o ponteiro, no quadro, e a Pitanga passou-se e nós também de tanto rir! Era vê-la primeiro a saltar sempre no mesmo lugar, e depois, apoiou-se nas patas traseiras e fazia círculos com a cabeça! Só visto! :-)))))) momentos destes valeram a pena ser vistos e vividos!!

Foi a 1ª vez que vi um ser humano a pedir licença a um cão para passar , como o Professor Ed fez com a Pitanga, numa aula em que ela não estava tão energética, deitada no meio do caminho e ele teve que passar por cima dela. Ouvimos todos: "Excuse me - don't move!" :-))

É difícil explicar o amor pelos animais, mas é surpreendente vê-lo a ser demonstrado!

:-)***

PS - Foram estes os quadradinhos do meu bolo de chocolate. Super fácil de fazer e muito, muuuito gostoso! ;-)

Bowling!

Cliquem no álbum:
Bowling!
também tem vídeos! :-))

E aqui vão poder rir à vontade, garanto-vos.... a minha prestação foi Maravilhosa! no mínimo claro! hehehehehe

Fomos todos ao bowling no início do mês de Abril deste ano. Eu já andava com esta ideia há algum tempo e a radio que costumo ouvir ainda contribui mais, pois falavam muito deste desporto e de como se estava a tornar popular nos liceus (High Schools) e os campeonatos que havia. E eu pensava: isto é o tipo de coisa que vale a pena reunir o pessoal e fazer umas figuras divertidas!
Falei com o Sam para sondar o terreno, ver o que as pessoas achavam e ele gostou da ideia afirmando veementemente que era péssimo no bowling!
(vejam agora a pontuação que ele obteve nos jogos!ai... estes homens fazem tudo para nos impressionar! hehehehe)
Só tive que insistir 1 vez! heheheh num instante ele falou com as pessoas e ficou tudo combinado para uma 6f.
Agora vcs não vão acreditar na artimanha que ele usou para convencer o pessoal a ir jogar: "a minha 1ª vez no bowling americano"! :-)))
Fomos os 1os a chegar, para reservar as pistas. O Sam avisou-me logo que tínhamos que chegar bem cedo, porque a hora de jantar era hora de ponta (peak hours) e teríamos que esperar pelas pistas.
E assim foi! Chegamos lá às 20h00 e sou tivémos pista às 21h30m. Enquanto o Sam tratava da papelada, eu explorava o ambiente e vi de tudo! Familias inteiras com a criançada, uma festa de aniversário (com balões e tudo!) para uma rapariga que comemorava os seus 40 anitos e muitos grupos de amigos. Tudo bem disposto, alegre e simples. À americano!

O sítio tinha um bar onde para entrar tínhamos que mostrar identificação (maiores de 21 anos) e nos punham uma pulseira, e um restaurante. Fomos directos ao restaurante porque eu estava cheia de fome (como de costume hehehe) e comi umas quesadillas vegetarianas (comida tipicamente mexicana mas Muuuito saborosa!) e eis que acontece a 1ª situação caricata da noite! Comemos, conversámos, rimos, até que resolvemos dar uma volta pelas pistas e ver se o resto do pessoal chegava e aí fomos nós ...... sem pagar!!! ehehhehehe
Eu nunca mais me lembrei do assunto e o Sam também não! Eu resolvi ir ao WC e quando volto está o Sam com a carteira na mão e diz-me que a senhora do restaurante veio a correr atrás de nós porque não lhe pagámos a comida! ai... que vergonha! o que vale é que nesta ocasiões a gorjeta (tip) atenua o efeito e lá "compensámos" o esquecimento!
O pessoal foi chegando, e chegadas as 21h30m, o senhor do balcão principal deu-nos os sapatos e lá fomos nós: eu , o Sam, o casal Javier, a Brynn, a Angela, a Allimatic, o Ben e mais tarde o Ian e a Erica.
Formámos 2 equipas e jogámos 3 jogos, o Sam que se fartou de repetir que era "terrible" no bowling foi o que obteve a pontuação mais alta em todos os jogos e eu obtive pontuações... curiosas! :-))
vejam os vídeos e confirmem os momentos bons e os.... divertidos! ;-)
O outro ponto alto da noite foi outra vez protagonizado aqui pela vossa amiga, já no final do 2º jogo e para azar dos azares, o Javier estava a filmar e ficou tudo gravado. Estava eu a preparar-me para lançar a bola quando.... perco a força na mão (esta é a verdade!) e a bola cai para trás! Foi lindo... heehhehe desatou-se tudo a rir, e o Sam aproveitou logo para se meter comigo a relembrar-me a regras do jogo, dizendo que a bola era para atirar para a frente e não para trás :-))) não dá para perceber esta conversa no vídeo, eu só respondia "I know that!". Escusado será dizer que fiquei perdida de riso com a situação e não consegui lançar a bola como deve ser, como poderão comprovar!

Foi uma noite muito bem passada e divertida, para repetir! ;-)

:**

PS - quando as jogadas eram bem sucedidas e os pins quase todos derrubados assisti às mais altas acrobacias em pista! heeheheh e descobri que os homens também são muito bons dançarinos, capazes dos mais complexos passos de dança - só visto!!

Blake Island!

Cliquem no álbum:
Ilha_Blake

com vídeos (de pontes a levantar- estejam preparados) e tudo! :-)) São mais de 200 fotos! Na realidade foram mais de 300, foi o cartão inteirinho, mas tive que apagar algumas, deixei só as melhores.
Todas comentadas! ... ou quase todas :-)
E dizem vcs: Suzéna, isso é um exagero!! e eu respondo: Não é nada! porque foi um fds muito bom, acampámos, fizémos vela, sempre acompanhados de paisagens lindas!
É bom ter fotografias para recordar!;-)

Começa assim esta história:

Estávamos no ano de 2007, no final do mês de Abril, El Rei D. Carlos..... hehehehe - não pude evitar, desculpem! - bem.... continuando :-)
quando surge a oportunidade de ir um fds para a Ilha Blake, localizada no Puget Sound. O grupo de vela ao qual a Raivinhas pertence organiza um fds destes 2x por ano, um na Primavera e outro no Verão.
O programa era: às 7h00 da manhã de sábado partiríamos em direcção à Ilha Blake, nos barcos à vela, acamparíamos lá e voltaríamos no Domingo, à hora de almoço. Só teríamos que levar o almoço de sábado, porque o almoço seria em viagem, tudo o resto era fornecido. O total dos custos era 30 dólares.
Alinhamos na experiência e fomos as 3: eu, a Raivinhas e a Li.
Na 5f anterior ao evento tivémos que nos ir inscrever ao WAC (Waterfront Activities Centre), pagar os 30 dólares, escolher a comida que queríamos e limpar os barcos. A Li foi a primeira a chegar e ainda deu a sua contribuição na limpeza, eu e a raivinhas chegamos mais tarde e só tivémos que pagar e escolher o jantar de Sabado e almoço de Domingo, e ouvir as recomendações. A limpeza do nosso barco já estava feita. E ainda conhecemos o nosso capitão: Captain "Fair Enough", um senhor com um ar mesmo de capitão!
E por quê "fair enough" ? Porque na breve conversa que tivémos naquele dia, ele repetiu estas duas palavras uma série de vezes e eu captei logo! E voltou a repeti-las durante o fds todo, portanto ficou o Captain Fair Enough.
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Por acaso, chamar alguém de Captain, soa bem! :-)) lembra os filmes americanos!
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O nome dele é Andrew.
Na 6f, à noite, a Raivinhas passou por minha casa para me dar a roupa interior. Sim, porque vcs não vão para uma empreitada destas sem estarem minimamente BEM equipados e havia regras a cumprir (já vou citá-las).
E o que é a roupa interior, perguntam vcs de sobrancelha levantada?
A roupa interior não é mais do que uma camisola e umas calças interiores, sintéticas, para nos mantermos quentes. O pessoal que vai para a neve, esquiar (por exemplo), sabe que tem que usar este tipo de roupa interior para se manter mais quente. A Raivinhas tinha 2 camisolas e 2 calças, emprestou-me umas.
Mas há um facto curioso nesta roupa interior (e por isso é que a estou a mencionar aqui) a roupa, da marca HH, comprada no Norte da Europa, tem na etiqueta: MADE IN PORTUGAL !!! e esta hein?
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Por acaso, agora estou a lembrar-me que a Condessa (a outra rapariga cá de casa) tem umas tigelas, compradas numa loja toda XPTO, que no fundo, têm escrito : Made In Portugal. :-)) e são bem bonitas!
Também já vi muitos lençóis com a mesma etiqueta.
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Nessa noite levei uma "sova" de instruções: a roupa interior sintética, não podia levar algodão (não se usa algodão nos barcos!), ou lã ou sintéticos, as temperaturas estavam baixas, por isso tinha que levar 4 camadas em cima: 2 casacos, uma camisola de lã e a roupa interior, e umas calças impermeáveis, mais umas meias (não de algodão!), um gorro, um cache-col e uns sapatos de sola branca, porque o Captain FE não queria que ninguém sujasse o barco.
O problema é que quase ninguém tem sapatos de sola branca e quase ninguém cumpriu esta parte do acordo. Eu levei os meus ténis de corrida, que lateralmente são brancos, mas a sola é preta. Ao menos deu para disfarçar.;-)
Mais o saco de cama, a tenda levou a Li, para nós as três, o almoço, água, umas cookies para dar dentadinhas durante a viagem, uma muda de roupa, higiene básica e na madrugada de sábado tinha tudo preparado, bem acomodado dentro de uma mochila pequena. Dormi pouco nessa noite, tive medo de adormecer e o combinado foi elas passarem cá em casa por volta das 6h45m.
Já tinha amanhecido completamente quando elas chegaram aqui a casa....atrasadas. Pela primeira vez, desde há algum tempo, estava pronta a horas, até me orgulhei de mim própria.
Eu parecia um chouriço com pernas! hehehehe vejam as fotos e confirmem.
A Dona Lucy&Cpª disseram logo: "Ó filha: ias toda enchouriçada!" :-)))))
Chegamos ao WAC onde já havia muita gente a carregar os barcos. Fomos conhecendo o pessoal do nosso barco, que se chamava Gaia e de outros barcos, e atirando as mochilas lá para dentro.
A organização preparou um pequeno almoço rápido, a pensar naqueles que não tiveram tempo de o tomar: café, leite, chá e bolos, muita variedade de bolos, com creme, sem creme, com cobertura de várias cores... bolos é com este pessoal! Eu dei logo um golo no café.
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Aqui há tanta variedade de café que ainda não me atrevi a comprar um pacote no supermercado. É que..... é um corredor inteiro cheio de variedades de café.... e a escolha é bem difícil. Para vcs terem uma ideia, ainda no outro dia o 5º elemento (um dos rapazes cá de casa) comprou um pacote e não leu bem o que lá dizia e comprou descafeinado! Mas ele já tinha o pacote no frigorífico há meses, mas só no outro dia de manhã é que resolveu ir ver o que se passava com o café, porque ele bebia-o e não sentia qualquer efeito, continuava sonolento! Estava um pouco desconsolado nessa manhã.
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Os grupos começaram a sair em direcção à ilha. Éramos bastantes, mas não tenho ao certo o número. Todos bastante simpáticos, divertidos, brincalhões e pessoas simples.
E vcs sabem que é exactamente com este tipo de pessoas que o melhor ambiente se forma e passamos BONS momentos!
Depois de uma corrida para ir buscar os coletes de salvação ao armazém, estávamos todos prontos para partir quando de repente o Captain nos comunica que faltavam as chaves do barco, do motor!
Lá tivémos de esperar enquanto o Captain virava o barco do avesso à procura das chaves e foi a uma série de sítios, mas as ditas nunca apareceram.
Então, sabem como nós saímos do WAC? ligação directa!! heheheeh
e esta hein? pois foi, o Captain teve que fazer uma ligação directa para podermos sair do WAC. E já com o motor a trabalhar, lá saímos em direcção ao mar.
Estava frio. Eu não senti até chegarmos mesmo ao mar, mas estava frio.
Lá nos fomos arranjando no barco, à procura do melhor "spot", como eles dizem aqui, do melhor lugar, eu gosto de ir lá à frente e assim, nós as 3 lá à frente e o resto do grupo sentado ao lado do Captain que ia ao volante, no comando.
Foi nesta altura que tirei mais fotografias e filmei as pontes abrir.
Ao princípio o Captain não gostou muito da nossa equipa, chamava-nos uma palavra em inglês que não me lembro, mas que queria dizer algo parecido como equipa preguiçosa, isto porque havia duas raparigas na equipa que estavam a denegrir a nossa imagem. :-)) Elas estavam muito sonolentas e dormiram bastante durante a viagem.
A nossa equipa era: nós as três, o Josh, o Stefan (alemão, de Munique, estudante de erasmus), a Anne (que fazia parte da organização), a Sandy, a Joanna e o Captain. Portanto 3 homens e 6 mulheres :-))
Eram nestas últimas mulheres que a preguiça residia mais... mas o engraçado mesmo era a atitude da Sandy. Quando ela acordava e acordou das suas várias sonecas na proa do barco (foram várias horas de viagem), agia como se estivesse no comando e dava ordens a todos nós. Tu fazes isto, tu fazes aquilo, e assim por diante. Era no mínimo estranho, mas ninguém lhe deu muita importância. E falava também muito ao tlmv, facto que deixou o Captain um pouco perturbado ;-).
Tudo isto para vos dizer que "Muscle Strength" (força muscular) só tínhamos de 2 homens, efectivamente, porque o Captain ia ao volante.
E muitas vezes, quando o Captain dizia: "Ready to Tack?" que quer dizer que vamos mudar de direcção e é preciso alinhar a vela, puxar as cordas, etc, ouvia-se o captain a chamar pelos rapazes e dizia assim: "We need muscle strength here!", isto para dizer que as mulheres não estavam a dar conta do recado à velocidade que estas mudanças de direcção deveriam acontecer. Foram alturas de muita movimentação dentro de um barco pequeno com 6 pessoas, mas é exactamente este frenesim que torna os acontecimentos interessantes! ;-)
A viagem correu bastante bem, velejámos bastante, e todos tiveram oportunidade de conduzir o barco.
É muito fixe!!! Ter nas mãos algo circular com um diâmetro considerável e mal a movimentam, sentem o barco a seguir o rumo. É muito giro, é uma experiência válida.
Enquanto estivémos na baía, na Union Bay, passámos por várias pontes, nas quais tivémos que esperar para que se abrissem (videos!) e onde tirei muitas fotos da zona downtown da cidade.
É bem bonita, vista da baía! parece mesmo uma cidade americana. :-)
E todos os edifícios altos estão concentrados naquela zona, assim que saímos de downtown, seja para norte, sul, este ou oeste, só se vê colinas, verde (muito verde) e casas baixas.
Foi um passeio muito bonito, onde vimos canoas, kayaks, a polícia marítima passou por nós algumas vezes, vários barcos atracados, roupa estendida nas varandas (foi a 1ª vez que tive oportunidade de ver roupa estendida como em PT, ainda não tinha visto desde que cheguei aqui. Serão portugueses? hehehe), e casas-barcos.
E eis que chegámos às docas flutuantes (Obrigado pai por esta lição de navegação!). Quem não sabe é como quem não vê, literalmente! Eu nem me apercebi muito bem do que estava a acontecer até que vejo o nível das águas a descer bruscamente. Chegámos ao final da baía, i.e. ao limite entre a baía e o mar (Puget Sound, braço do Pacífico). Existe uma diferença considerável entre os níveis das águas das duas porções.
E para os barcos passarem de um lado para o outro, eles construíram estas docas flutuantes. São um recinto, com portas móveis, onde os barcos atracam uns aos outros, sob as direcções atentas das pessoas que trabalham nestas docas, e o onde o nível da água dentro delas sobe ou desce consoante os barcos vão entrar ou sair da baía, respectivamente. Quando vamos para o mar, elas passam despercebidas, por isso é que eu demorei algum tempo a entender o que se iria passar.
Os barcos grandes são os primeiros a serem encostados à parede, mas uma parece baixa, como se estivessem a atracar no porto, e amarrados com uma corda, e depois os mais pequenos são amarrados a estes e assim sucessivamente. Os portões móveis das docas fecham-se e é esperar que o nível da água desce e desce bastante, como poderão ver pelas fotos.
Quando fomos para a Ilha, ficámos na doca maior, quando voltávamos, ficámos na mais pequenita, éramos 5 barcos lá dentro, dois grandes, dois pequenos e uma lancha. Estávamos tão colados uns aos outros que dava para saltar de um barco para o outro! :-) e tivemos oportunidade de conhecer os nossos "vizinhos".
O mais giro é que as pessoas vão a esta zona, que fica próximo de Ballard, ver os barcos a descer e a subir. De manhã não estava lá muita gente, mas quando voltámos... familias inteiras com os cães e tudo! :-))
Assim que entramos no Puget Sound a vista é completamente diferente! Vêem-se muitos barcos à vela e os Ferries que fazem as ligações entre Seattle e as ilhas. Existem muitas ilhas nesta região, numa delas até orcas é possível ver! também se vêem os grandes navios, os porta-contentores, etc.
Foi nesta região que todos tiveram a oportunidade de conduzir o barco.
E ninguém levou protector solar, logo, no final do dia, estávamos todos "lagostinhas", mas o número um foi para o Stefan que velejou 2x (depois de chegarmos à ilha, ele foi velejar outra vez) sem protector solar, ele estava mesmo "pink"! e com a marca dos óculos! :-)) o que lhe valeu foi a raivinhas ter levado um creme e ele colocou, para hidratar, que o caso estava mau.
A meio da viagem tivémos um acontecimento: a equipa do "Let's go crazy", dois rapazes, tiveram um "acidente": um deles caiu ao mar! é verdade! um naúfrago!
E o nosso Captain ordenou: vamos lá! vamos salvá-lo! e assim todos nós tivémos um papel, o meu era não perder o náufrago de vista, dado que o outro estava a tentar recolher a vela do barco, e estava a ter dificuldades. À medida que o tempo passava, o náufrago afastava-se cada vez mais. O Captain desceu à cabine e pediu ajuda pelo rádio. Em poucos segundos apareceu a lancha de S.O.S (andam várias nesta zona) e recolheu o náufrago.
O tempo estava tão bom com vento, que quando chegámos à ilha, o captain perguntou-nos se não queríamos velejar mais um bocadinho. A resposta foi unânime: Siiiiiimm! :-) e assim demos a volta à ilha. Foi a única oportunidade que tive de estar tão perto da água (e para não repetir!), pois ia no lado do barco que estava mais inclinado. Eu e o Captain!
Era a Sandy que ia a conduzir. Nunca fiz tanta força para me segurar, caramba!:-o além dos meus mais de 60kg de peso, mais a roupa, imaginem o que foi segurar-me!!
(tenho que começar a fazer umas Push-up - flexões, para fortalecer os meus músculos dos braços, que isto não está bom! hehheeheh)
A ilha é pequenita, mas muito bonita e agradável, com muitas estátuas, em madeira, nativas (a lembrar aquele filme da Ilha da Páscoa em que eles construíam aquelas estátuas enormes) e cheia de raccoons.
E o que são raccons? Consultem o oráculo (google) que ele vai mostrar-vos o que são estes animais, típicos da América do Norte e Central.
Ouvi com cada história sobre estes animais, que têm um faro incrível, que vão direitos à comida, que conseguem abrir tupperwares, que com a boca e as unhas rasgam sacos e as tendas se guardarmos lá comida dentro.
Enquanto montávamos a nossa tenda, no lugar reservado para o grupo (haviam mais grupos na ilha), estavam uns senhores sentados numa mesa próxima só a contar histórias sobre estes animais. Eu repeti inúmeras vezes: Não podemos deixar comida nas tendas! Eles vêm cá.
E só aparecem de noite, de dia é raro vê-los. Aliás, a organização, na folhas com as regras para este passeio, escreveu em letras grandes: Não deixem comida dentro das tendas por causa dos raccoons! Eles forneceram um lugar seguro para guardarmos a comida.
Depois das tendas montadas demos a volta à ilha, a pé, por trails. Vejam as fotos. Muito bonitas! Foi um passeio de dificuldade média, mas muito bom, pudémos observar vários tipos de árvores, muitas Magnólias. O chá desta árvore é delicioso!! hmmmm...hmmmmm! :-)) Nesta caminhada o nosso guia foi o Senhor Dennis, que está num dos vídeos a dizer: Sounds so Good! ele tinha um sotaque do Texas, assim à cowboy! era tão engraçado! Muito simpático e educado.
Depois da volta à ilha, a tarefa que nos atribuíram foi ajudar na preparação do jantar. Todos os participantes tinham tarefas, outro ponto alto! havia muita gente a preparar o jantar: salmão e bifes. Eu e a Raivinhas fomos para o salmão na grelha, que estava muito bom, mas os bifes também tinham um óptimo aspecto.
Cortámos as melancias. Foi esta a nossa tarefa. Eram o petisco antes do jantar. Um corte perfeito, suave e muito convidativo, como podem ver pelas fotos. Havia muita fruta, mais bolachas, e muito mais para entreter o estômago antes do prato principal.
Fizeram muita salada com tudo o que podem imaginar, até com queijo de cabra que foi o suficiente para me deixar um pouco enjoada e mal comi depois disso. Eram 18h30 quando o salmão ficou pronto, jantámos bem cedo. Depois, o programa era de interacção entre o pessoal, com vários jogos!
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Ai... vcs nem imaginam a quantidade de jogos de cartas que eles aqui têm! Um perdição completa, completa!! que vício.... hehehehehe
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Mas eu não participei, a volta à ilha deixou-me bastante cansada e às 20h00 da noite já estava na tenda, dentro do saco-de-cama a preparar-me para dormir. Nem levei despertador, não era preciso, pois por volta das 5h da manhã (estava tão cansada que nem tirei o relógio para dormir) os passarinhos começaram numa chilreada bastante grande e a partir dessa hora ia dormindo e acordando. O pequeno almoço foi das 7h00 às 9h00.
Infelizmente não vi nenhum raccoon, mas a Raivinhas, depois que me fui deitar, viu um lá perto da nossa tenda. Eu ainda a ouvi dizer: está aqui um!! Go away!! :-)) Elas levaram a comida da tenda, mas deixaram umas cookies. Eu não senti nada e eles não foram lá. Uffff! que alívio! heheheh
Ao pequeno-almoço, nem vos conto!! Comi tanto, tanto, o meu estômago parecia um saco sem fundo!! E não fui só eu, a Raivinhas sentiu o mesmo!
E olhem só o nosso pequeno almoço: chá, café e leite, mais panquecas (acabadas de fazer) com maple syrup, frutas (vários tipos), salsichas: normais e vegetarianas, ambas em forma de hamburguers - mas eram salsichas, garantiram-me! e ovos mexidos, também acabados de fazer, com tudo:pimentos, espargos verdes,... uma delicia!! Tudo uma delicia!!
Depois do pequeno-almoço, fomos desmontar as tendas (o que o Josh, que ficou mesmo ao nosso lado, fez num abrir e fechar de olhos! só queria que vcs vissem, eu estava pasma!), colocar as coisas no barco e dar uma espreitadela na parte nativa, que estava fechada. Esperámos pelos sacos com o almoço, que estava a ser preparado: duas sandes que escolhemos quando nos fomos inscrever e pagar (sandes de peanut butter com jam - manteiga de amendoim com compota, vegetariana, de perú e de roast beef - 4 tipos que poderíamos escolher), um sumo, uma barra de cereais, umas crackers de queijo e umas chips de milho. Os almoços ficaram prontos, fomos buscá-los, carregámos o barco e levantámos âncora.
A viagem para Seattle correu também muito bem. Fomos conduzidos durante bastante tempo pela Li, que só algum tempo depois relaxou e deu um sorriso, tal foi a responsabilidade de ter um barco nas mãos :-p, e passàmos por vários barcos à vela e um porta-contentores que estava bem perto, bem perto, como podem ver pelas fotos! E deixou uma ondulação que meteu respeito! ;-)
E lá chegámos ao WAC, sãos e salvos, muito contentes, bem-dispostos e "coradinhos"! hehehehe
Ainda hoje tenho a marca no nariz, andei a colocar creme nívea, daquele do boião azul (mais gordo), a semana toda, mas a pele caiu um pouquito, mas não muito.

Foi um fds muito bom, agradável, e revigorante!! :-)
De vez em quando vale a pena fazer algo assim, diferente, experimentar novas sensações!

Acho que este foi o "post" mais longo que escrevi, que horror! hehehehe
Espero que gostem das fotos!

(como alguém que eu conheço costumava dizer)
Abracinho!
:**

PS1 - algumas fotos não são bem o que parecem! hehehehe (blush) (angel)
ai.. Jesus! (esta também não é minha, mas fica aqui bem!)

PS2 - O "post" da Universidade de Washington foi actualizado! dêem uma espreitadela ;-)